Segundo jogo da pré-época, e a magia já começa a fluir. Ainda que tenham havido outros jogadores nesta semana, que com certeza fizeram a diferença no resultado final, penso que o jogo foi pautado da mesma forma que na semana passada, com uma equipa Alpha mais astuta e com mais sorte, e os Omegas com mais génio e habilidade. A diferença assentou essencialmente na mais alta eficácia desta semana.
Equipas:
Alpha - Tinoco, Shariff, Mantorras, Tiago Pereira e Pára
Omega - TheDarknight, The Master, ZeroZeroPeras, Fiat e Suarez de la Costada
As equipas ditavam mais força e organização do lado Alpha, enquanto que os Omegas tinham elementos defensivos e ofensivos mais bem definidos. O aquecimento começou antes das 20 horas, dado que o campo estava livre. No entanto, a ausência do Mantorras obrigou-nos a jogar algum tempo numa versão 4 x 5. Este período, de grande evidência Omega, foi descartado no que diz respeito a golos, mas já daria o mote para aquilo que seria o jogo efectivo.
Quando finalmente existiam dez jogadores em campo, o jogo foi muito similar ao da semana passada. Como já foi comentado, o campo é bastante largo para este número de jogadores, o que cria espaços que os extremos podem utilizar para fazer a diferença. Nesta partida, isso ficou ainda mais evidente do que na semana passada, porventura devido a uma já pequena habituação ao terreno de jogo. O início do jogo ficou marcado por bastante equilíbrio nos golos marcados, período ao qual se iria seguir a primeira investida Omega no sentido de vencer a partida.
A equipa Omega, para além de ter um ataque mais criativo, beneficiava sobretudo por também ter uma defesa mais sólida, coesa e trabalhadora. Dessa forma, quando os Omegas venciam por 4-2, era por serem mais eficazes do que na semana passada mas também porque eram mais rigorosos na retaguarda. Ainda assim, os Alphas conseguiram equilibrar. Com Pára e Mantorras a monopolizarem totalmente o jogo da sua equipa, bem como com alguma sorte e coração à mistura, a equipa Alpha chegou à vantagem de 5-4, num resultado que se afigurava bastante injusto.
A parte final da partida ficou marcada pelo recuperar Omega, que nunca perdeu a sua noção de futebol artístico e trabalho de equipa. O ataque, sobretudo protagonizado por Fiat e The Master, voltou a funcionar de forma eficaz, aproveitando também o cansaço adversário, e deu a merecida vitória à equipa Omega.
Já sumariando os dois jogos que tiveram lugar neste novo recinto, é de realçar que o campo permite a ocorrência de jogos mais espectaculares, com jogadas mais bem delineadas que no campo curto, e onde ainda nenhuma equipa foi muito melhor que a outra, contando assim para o tanto necessário equilíbrio.
TCD!
Equipas:
Alpha - Tinoco, Shariff, Mantorras, Tiago Pereira e Pára
Omega - TheDarknight, The Master, ZeroZeroPeras, Fiat e Suarez de la Costada
As equipas ditavam mais força e organização do lado Alpha, enquanto que os Omegas tinham elementos defensivos e ofensivos mais bem definidos. O aquecimento começou antes das 20 horas, dado que o campo estava livre. No entanto, a ausência do Mantorras obrigou-nos a jogar algum tempo numa versão 4 x 5. Este período, de grande evidência Omega, foi descartado no que diz respeito a golos, mas já daria o mote para aquilo que seria o jogo efectivo.
Quando finalmente existiam dez jogadores em campo, o jogo foi muito similar ao da semana passada. Como já foi comentado, o campo é bastante largo para este número de jogadores, o que cria espaços que os extremos podem utilizar para fazer a diferença. Nesta partida, isso ficou ainda mais evidente do que na semana passada, porventura devido a uma já pequena habituação ao terreno de jogo. O início do jogo ficou marcado por bastante equilíbrio nos golos marcados, período ao qual se iria seguir a primeira investida Omega no sentido de vencer a partida.
A equipa Omega, para além de ter um ataque mais criativo, beneficiava sobretudo por também ter uma defesa mais sólida, coesa e trabalhadora. Dessa forma, quando os Omegas venciam por 4-2, era por serem mais eficazes do que na semana passada mas também porque eram mais rigorosos na retaguarda. Ainda assim, os Alphas conseguiram equilibrar. Com Pára e Mantorras a monopolizarem totalmente o jogo da sua equipa, bem como com alguma sorte e coração à mistura, a equipa Alpha chegou à vantagem de 5-4, num resultado que se afigurava bastante injusto.
A parte final da partida ficou marcada pelo recuperar Omega, que nunca perdeu a sua noção de futebol artístico e trabalho de equipa. O ataque, sobretudo protagonizado por Fiat e The Master, voltou a funcionar de forma eficaz, aproveitando também o cansaço adversário, e deu a merecida vitória à equipa Omega.
Já sumariando os dois jogos que tiveram lugar neste novo recinto, é de realçar que o campo permite a ocorrência de jogos mais espectaculares, com jogadas mais bem delineadas que no campo curto, e onde ainda nenhuma equipa foi muito melhor que a outra, contando assim para o tanto necessário equilíbrio.
TCD!